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Gov tem comp com a valorização do sal mínimo, afirma Gilberto Carvalho as centrais sindicais, Ag. Câmara

Natal, 16 de Novembro de 2018 | Cultura , Economia , Política , Finanças, Gestão, Pessoas , Negociação Coletiva e sustentabilidade.

Marcelo de Souza

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27 jan 2011

Gov tem comp com a valorização do sal mínimo, afirma Gilberto Carvalho as centrais sindicais, Ag. Câmara


Governo e centrais sindicais se reuniram pela primeira vez, nesta quarta-feira, para discutir o reajuste do salário mínimo e a correção da tabela do Imposto de Renda. Os sindicalistas defendem um mínimo de R$ 580, reajuste de 10% para os aposentados que recebem acima do piso e ainda a revisão da tabela em 6,5%. 

Durante a reunião, o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, não apresentou nenhuma proposta. Ainda assim, os representantes dos trabalhadores deixaram o Palácio do Planalto otimistas com a abertura das negociações, como afirma o presidente da CUT, Arthur Henrique.

“O governo quer manter a política permanente de valorização do salário mínimo, o que pra nós é um ponto positivo. O que não tem acordo com as centrais é que nós queremos uma excepcionalidade em relação a 2011, o que fugiria da regra da política permanente. Nós queremos discutir que, em função da crise, temos um problema para discutir em 2011. O governo está propondo manter a política de valorização, o que manteria o valor até esta primeira reunião em 545.”

A política de valorização do salário mínimo adotada durante o governo Lula prevê a correção com base no crescimento da economia de dois anos antes, mais a variação da inflação. Dessa forma, o valor de 2011 não teria reajuste real, já que a crise estagnou o crescimento em 2009.

O líder do PDT e presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, observa que as negociações estão apenas começando. Ele considera que o governo tem interesse em fechar um acordo com as centrais sindicais, para facilitar o encaminhamento da proposta no Congresso Nacional.

“Como o governo não fez nenhuma proposta, manteve os R$ 545, nós temos que manter os R$ 580, faz parte da negociação. Nós somos negociadores, sabemos que não resolve numa negociação só. O governo não tinha negociado conosco, abriu negociação, marcou nova reunião e vai verificar agora aonde pode chegar. E aí é que vamos discutir se aceitamos ou não. Por que estamos tranquilos? Primeiro porque abriu negociação, nós acreditamos que é possível fazer um acordo aqui. Segundo porque se não tiver negociação aqui nós estamos com uma série de processos na justiça com relação à correção da tabela. Ou a gente negocia ou vamos pedir para que a justiça resolva. Na questão do salário mínimo e dos aposentados, o governo sabe o tamanho da encrenca que é deixar para o Congresso resolver. Eu tenho certeza de que se deixar para o Congresso vai ficar mais caro para o governo. Os R$ 580 que eu fiz uma emenda e que outros deputados também fizeram vão ser aprovados.”

Uma nova reunião entre o governo e as centrais sindicais foi marcada para a próxima quarta-feira. Além dos representantes das centrais sindicais e do secretário-geral da Presidência, participaram desse primeiro encontro o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

De Brasília, Mônica Montenegro



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